Postado em 7 de novembro de 2017
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SIM!
A estimulação cognitiva é a única intervenção não-farmacológica a ser recomendada para sintomas cognitivos e manutenção da função mental. Isso ressalta a importância de a Terapia de Estimulação Cognitiva ser oferecida para idosos assim que os déficits de memória aparecerem. Quanto antes iniciar, melhor serão os resultados.

A terapia de estimulação cognitiva é uma maneira cada vez mais popular e bem sucedida de tratar os sintomas de demência leve a moderada. Também é muito agradável e fornece estimulação geral para o pensamento, concentração e memória. Geralmente é realizada em um ambiente que promova socialização, como um pequeno grupo, ou de forma individualizada, para se intensificar os estímulos.

Idosos que têm doenças degenerativas, tipo demência de Alzheimer são beneficiados?
Sim. Eles são os que mais necessitam! De acordo com o Alzheimer’s Research do Reino Unido: “Os benefícios da estimulação cognitiva para pessoas com demência podem incluir melhora na memória, habilidades de pensamento e qualidade de vida”.

A estimulação cognitiva é frequentemente discutida para o envelhecimento normal, bem como para idosos com demência. Isso reflete uma visão geral de que a falta de atividade cognitiva apressa o declínio das habilidades mentais. Em idosos com demência, o estímulo cognitivo tenta usar aspectos positivos de técnicas de “Orientação para a Realidade”, assegurando simultaneamente que a estimulação seja implementada de forma sensível, respeitosa e centrada na pessoa. Indica-se que as sessões sejam individuais para melhores benefícios.

Pesquisadores encontraram evidências consistentes de que os programas de estimulação cognitiva beneficiam a cognição em pessoas com demência leve a moderada além dos efeitos de medicação. Idosos com déficit cognitivo secundário a AVC, infartos, acidentes, quedas, etc. também se beneficiam das sessões.

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Leia mais em
http://www.alzheimersresearchuk.org/treatments/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0033950/

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