Tratamento multidisciplinar na Doença de Parkinson – atuação da Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional tem como principal objetivo de tratamento promover a autonomia e independência de seus pacientes. Na Doença de Parkinson o Terapeuta Ocupacional atua de forma generalista, reabilitando o parkinsoniano nos seus diversos contextos de vida (AVDs, AIVDs, lazer e trabalho). Para isso se utiliza de avaliações padronizadas, específicas para a Doença de Parkinson, além

Late afternoon – o curta, que trata de demência, indicado ao Oscar

Um filme poético e extremamente melancólico, Late Afternoon mergulha na mente confusa de uma idosa, cujas memórias, afetadas provavelmente pela doença de Alzheimer, se misturam entre diferentes fases de sua vida.

Recortes de objetos e cores servem para despertar pedaços de recordações da protagonista, em um recurso visual criativo e ao mesmo tempo sensível.

O uso de cores e formas dão uma beleza poética ao curta, que busca equilibrar o sentimento de tristeza e desamparo com a ideia de que ainda existem momentos breves, nem que seja em um fim de tarde, que dão sentido à vida.
Fonte Setcenas

Entrevista – Doença de Parkinson

Entrevista concedida pela Dra Andressa Chodur, Terapeuta Ocupacional, para o programa Ponto Final no dia 21/11/18. A profissional falou sobre Doença de Parkinson, dicas para memória e de exercício para as mãos. Afinal, quem tem Parkinson deve ou não apertar bolinhas? O que fazer para viver com autonomia e qualidade de vida? Clique no link,

Terapia Floral

A Terapia Floral se baseia no uso de essências retiradas de flores com propriedades medicinais. Esses compostos foram descobertos pelo médico inglês Edward Bach na década de 30 e seu uso é reconhecido pela OMS desde 1938. Florais são um combinado de essências, formulado e utilizado para promover o reequilíbrio energético. Dr Bach acreditava que nós

Como lidar com quem tem disfunção cognitiva?

Alzheimer, Depressão, Demência fronto-temporal, Parkinson, AVC e efeitos colaterais de algumas medicações, entre outras, são causas de declínio cognitivo. Sujeitos muito idosos também podem enfrentar déficits, que são considerados ‘normais’ para a idade. Mas o que são esses déficits e como lidar com eles? Essas perguntas têm sido cada vez mais frequentes e esse post vem

Alterações cognitivas na Doença de Parkinson

Há 200 anos, quando a Doença de Parkinson foi descrita pela primeira vez num artigo intitulado “An essay of the shaking Palsy”, James Parkinson relatou que os sentidos e o intelecto dos pacientes encontravam-se ilesos. Atualmente sabe-se que esta afirmação não é verdadeira, pois distração, desorganização, esquecimento e dificuldades com planejamento afetam os parkinsonianos. O decréscimo de dopamina no córtex frontal e nas regiões límbicas, pode causar déficits cognitivos e depressão. Quase todos os sujeitos com Parkinson, em alguma fase da doença, apresentarão alterações cognitivas.

A “ultraconexão” pode prejudicar sua saúde mental e sua memória

Na era da “ultraconectividade” você pode nem perceber, mas a todo tempo somos sobrecarregados de estímulos sensoriais, principalmente imagens e sons. Atualmente o maior responsável pela sobrecarga de estímulos é o Smartphone.   São mensagens, ligações, vídeos, e-mails, sem falar nas redes sociais que são atualizadas a toda hora e claro que você quer saber onde seu amigo