ARTIGO “Doença de Parkinson: o tratamento terapêutico ocupacional na perspectiva dos profissionais e dos idosos”

A combinação de sintomas físicos, mentais e emocionais, que afetam os ambientes sociais, familiar e de trabalho, sugere que uma intervenção padronizada, ‘tamanho único’ trará resultados limitados. Se é que trará algum.” (Aragonn A., Kings J.) Não precisamos nem devemos ser iguais, isso é impossível, os pacientes não serão iguais, mas temos que falar a mesma língua e deixar isso claro para o nosso paciente

Todos os pacientes com lesão cerebral deveriam ver esse vídeo

TED ministrado pelo Dr Shawn Phipps conta a história inspiradora de desafios e triunfos de um paciente que sofreu um grave traumatismo cranioencefálico decorrente de um acidente de automóvel.

A Terapia Ocupacional e a Neuroplasticidade são descritas e promovidas através do CAPE Recovery Model, que trabalha com os seguintes critérios: Desafio, Ação, Prática e Avaliação para estimular a construção de novas conexões neuronais através de atividades da vida diária, significativas e motivadoras. Esta ação fundamenta a recuperação de indivíduos com lesões neurológicas, para que possam viver a vida ao máximo.

Você experimentará o riso, as lágrimas e a alegria ao ouvir e ver a história real de Armando Rodriguez e o efeito da Terapia Ocupacional e da Neuroplasticidade no apoio à recuperação neurológica.

AVDs na Doença de Parkinson – Alimentação

Como a Terapia Ocupacional pode auxiliar parkinsonianos na alimentação, reduzindo acidentes, derrubada de alimento, engasgos e otimizando o desempenho ocupacional nessa atividade de vida diária, que é fundamental para o bem estar e qualidade de vida?

Tratamento multidisciplinar na Doença de Parkinson – atuação da Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional tem como principal objetivo de tratamento promover a autonomia e independência de seus pacientes. Na Doença de Parkinson o Terapeuta Ocupacional atua de forma generalista, reabilitando o parkinsoniano nos seus diversos contextos de vida (AVDs, AIVDs, lazer e trabalho). Para isso se utiliza de avaliações padronizadas, específicas para a Doença de Parkinson, além

Late afternoon – o curta, que trata de demência, indicado ao Oscar

Um filme poético e extremamente melancólico, Late Afternoon mergulha na mente confusa de uma idosa, cujas memórias, afetadas provavelmente pela doença de Alzheimer, se misturam entre diferentes fases de sua vida.

Recortes de objetos e cores servem para despertar pedaços de recordações da protagonista, em um recurso visual criativo e ao mesmo tempo sensível.

O uso de cores e formas dão uma beleza poética ao curta, que busca equilibrar o sentimento de tristeza e desamparo com a ideia de que ainda existem momentos breves, nem que seja em um fim de tarde, que dão sentido à vida.
Fonte Setcenas